A genética pode aumentar a predisposição a doenças como artrite reumatóide, lúpus ou espondilite anquilosante, mas isso não significa destino certo. Ter um gene associado ao risco, apenas indica uma tendência. O que realmente importa são os fatores de estilo de vida e o acompanhamento médico.
Adotar uma alimentação saudável, dormir bem, movimentar-se e gerenciar o estresse ajudam a reduzir a o risco de doenças crônicas, especialmente autoimunes. Em havendo histórico familiar, o reumatologista pode orientar a melhor conduta para prevenir o aparecimento destas doenças.
Seu DNA pode indicar o caminho, mas suas escolhas definem o percurso.



